sexta-feira, 27 de março de 2009

SÉRIE DEBATES



Demandas de Análise e Primeiras Entrevistas

28/03/09 - sábado
9:30 h

Inícios tão marcados e tão marcantes da infinita variedade do que podem vir a ser os meandros da análise pessoal. Desde os pormenores, aparentemente insignificantes, como por exemplo, os telefonemas, as perguntas pela formação do analista, pela sua idade, sexo, experiência, preço, local, que em seu manejo, podem determinar o rumo da análise, será o tema abordado nesta Série Debates.

Apresentam: André Moraes Souza e Erikson Kaszubowski
Coordena: Carlos Augusto Monguilhott Remor

Local: Sede da Maiêutica
Atividade aberta e Gratuita

Maiores Informações:
Maiêutica Florianópolis - Instituição Psicanalítica
Rua Felipe Schmidt 321 - sala 902 - Centro - Florianópolis - SC
e-mail:
maieuticafpolis@floripa.com.br
http://www.maieutica.com.br/
Fone: (48) 3225 4678 - 14:30 as 19:30h.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Lou Andreas-Salomé


“Só aquele que permanece inteiramente ele próprio pode, com o tempo, permanecer objeto do amor, porque só ele é capaz de simbolizar para o outro a vida, ser sentido como tal.Assim, nada há de mais inepto em amor do que se adaptar um ao outro, de se polir um contra o outro, e todo esse sistema interminável de concessões mútuas... e, quanto mais os seres chegam ao extremo do refinamento, tanto mais é funesto de se enxertar um sobre o outro, em nome do amor, de se transformar um em parasita do outro, quando cada um deles deve se enraizar robustamente em um solo particular, a fim de se tornar todo um mundo para o outro.”


DO LIVRO OS SENTIDOS DA PAIXÃO - CIA DAS LETRAS

Lou Salomé, romancista, poeta, ensaísta, psicanalista e uma pioneira do modernismo europeu, foi uma mulher à frente do seu tempo, guiada por uma liberdade radical.


Mais sobre Lou Salomé:

domingo, 22 de março de 2009

Solidão pode ser tão nociva quanto o cigarro

Para especialista o isolamento social pode alterar funções do cérebro

O isolamento social prejudica a saúde e pode ser tão nocivo quanto fumar, de acordo com o pesquisador John Cacioppo, professor de psicologia da Universidade de Chicago e um dos mais renomados pesquisadores sobre solidão dos Estados Unidos.
Um novo estudo realizado por Cacioppo e outros pesquisadores da Universidade de Chicago indica que a solidão afeta o comportamento das pessoas e a forma como seus cérebros funcionam.
A pesquisa, apresentada durante a conferência anual da American Association for the Advancement of Science (AAAS), utilizou exames de ressonância magnética para estudar as conexões entre isolamento social e atividade cerebral.
Os especialistas verificaram que, em pessoas mais sociáveis, uma região do cérebro conhecida como estriato ventral ficou muito mais ativa quando elas observavam imagens de pessoas em situações agradáveis. O mesmo não ocorreu nos cérebros de pessoas solitárias.
O estriato ventral, crucial para o aprendizado, é uma região importante do cérebro, ativada por estímulos que os especialistas chamam de recompensas primárias (como a comida) e recompensas secundárias (como o dinheiro). A convivência social e o amor também podem ativar a região.
Empatia
Os especialistas também verificaram que uma outra região do cérebro, associada à capacidade de empatia com o próximo, ficou muito menos ativa entre os solitários do que nos mais sociáveis quando observavam imagens de pessoas em situações desagradáveis.
"Devido aos sentimentos de isolamento social, indivíduos solitários podem ser levados a buscar um certo conforto em prazeres não sociais", disse Cacioppo. O professor cita como exemplos comer ou beber demais.
De acordo com reportagem sobre o estudo publicada pelo jornal britânico Daily Telegraph, a solidão prejudica a imunidade, provoca depressão, aumenta o estresse e a pressão sanguínea e também aumenta as chances de uma pessoa desenvolver o Mal de Alzheimer.
Indivíduos solitários tendem a ter menos motivação e menos perseverança, o que dificulta a adoção de dietas mais saudáveis e a prática de exercícios. Segundo Cacioppo, um em cada cinco americanos sente solidão.
Voluntárias
O especialista é um entre cinco autores de um artigo publicado na edição mais recente da revista científica Journal of Cognitive Neuroscience.
Como parte do estudo, 23 estudantes do sexo feminino foram testadas para determinar quão solitárias elas eram.
Depois, enquanto seus cérebros eram monitorados com exames de ressonância magnética, as participantes observaram imagens de situações desagradáveis (como conflitos humanos) e de situações agradáveis (pessoas felizes).
Entre as voluntárias classificadas como solitárias, verificou-se uma menor probabilidade de atividade intensa no estriato ventral quando elas observavam pessoas se divertindo.
Embora a solidão possa influenciar a atividade cerebral, a pesquisa também sugere uma relação inversa, ou seja, que a atividade no estriato ventral pode levar a sentimentos de solidão, segundo o pesquisador Jean Decety, outro autor do estudo.
"O estudo levanta a possibilidade intrigante de que a solidão pode ser o resultado de uma redução na atividade associada à recompensa no estriato em resposta a estímulos sociais", disse Decety.
Ao tentar explicar ao jornal Daily Telegraph as razões por trás de um mecanismo como esse nos seres humanos, Cacioppo mencionou as teorias do biólogo britânico Charles Darwin: a necessidade de conexão com o outro teria suas raízes na evolução da espécie.
Para sobreviver e criar seus filhos, humanos tiveram de se unir, diz o pesquisador. Altruísmo e cooperação ao longo da evolução humana permitiram que a espécie florecesse.
A solidão, como a dor física, teria evoluído nos humanos de forma a produzir uma mudança no comportamento. Esse mecanismo, de acordo com Cacioppo, sinaliza a necessidade ancestral do homem de se agregar socialmente.

Trabalhar demais 'aumenta risco de demência', diz estudo



O estresse causado pelo excesso de trabalho pode ser uma das causas do problema

Uma pesquisa liderada por cientistas finlandeses sugere que excesso de trabalho pode aumentar o risco de declínio mental e, possivelmente, de demência.
Demência é um termo genérico que descreve a deterioração de funções como memória, linguagem, orientação e julgamento. Existem vários tipos de demência, mas o mal de Alzheimer, com dois terços dos casos, é a forma mais comum.
O estudo analisou 2.214 funcionários públicos britânicos de meia idade e descobriu que aqueles que trabalhavam mais de 55 horas por semana tinham menos habilidades mentais do que os que faziam o horário normal.
A pesquisa, divulgada na publicação científica American Journal of Epidemiology, descobriu que os que trabalhavam demais tinham problemas com a memória de curto prazo e lembrança de palavras.
Ainda não se sabe a razão de o excesso de trabalho causar estes efeitos no cérebro.
Mas os pesquisadores afirmam que os fatores mais importantes podem incluir o aumento de problemas do sono, depressão, estilo de vida prejudicial à saúde e o aumento do risco de doenças cardiovasculares, possivelmente ligados ao estresse.
"As desvantagens das horas extras devem ser levadas a sério", afirmou a pesquisadora que liderou a pesquisa Marianna Virtanen, do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional.
Efeito cumulativo
Os funcionários públicos que participaram do estudo fizeram cinco testes diferentes para avaliar a função mental, uma vez entre 1997 e 1999 e novamente entre 2002 e 2004.
Os que faziam mais horas extras tiveram pontuações menores em dois dos cinco testes, que avaliavam raciocínio e vocabulário.
Os efeitos eram cumulativos, quanto mais longa a semana de trabalho, piores eram os resultados nos testes.
Os empregados que trabalhavam em excesso tinham menos horas de sono, relatavam mais sintomas de depressão e consumiam mais bebidas alcoólicas do que os que trabalhavam apenas no horário normal.
O professor Mika Kivimäki, que também trabalhou na pesquisa afirmou que os cientistas vão continuar com o estudo.
"É particularmente importante examinar se os efeitos são duradouros e se o excesso de trabalho pode levar a problemas mais graves como demência".
Cary Cooper, especialista em estresse no local de trabalho na Universidade de Lancaster, Grã-Bretanha, afirmou que já se sabe há algum tempo que trabalhar em excesso de forma regular pode prejudicar a saúde em geral, e agora este estudo sugere que também pode haver danos ao funcionamento mental.
"Isto deve enviar uma mensagem aos empregadores de que insistir que as pessoas trabalhem em excesso na verdade não é bom para os negócios", disse.
"Mas a minha preocupação é que em uma recessão as pessoas trabalhem mais. (...) As pessoas irão para o trabalho mesmo se estiverem doentes, pois querem mostrar comprometimento e garantir que não sejam os próximos funcionários demitidos", acrescentou.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Grupo de Estudo sobre o Pensamento Sistêmico

Grupo de Estudo sobre o Pensamento Sistêmico

Dirigido a estudantes de Psicologia interessados em conhecer a abordagem sistêmica e suas implicações na prática psicológica. O propósito do grupo é ser um espaço para discussão teórica e prática, leitura de textos e estudos de casos clínicos com enfoque sistêmico.

¬ Grupo de 5 a 7 pessoas ¬ Encontros quinzenais


Horários disponíveis:.
Segundas feiras, das 19:30 às 21:00.
Terças feiras, das 14:30 às 16:00.
Quintas feiras, das 10:30 às 12:00.
Outros horários a combinar com o grupo
Local: R. Dom Jaime Câmara, 179, sala 1002
Edifício Regency Tower, Centro, Florianópolis, SC
Início previsto: primeira semana de Abril
Duração: 3 meses
Investimento: R$ 40,00 por encontro


Coordenação: João David C. Mendonça - CRP 12/03702
Psicólogo graduado pela UFSC, Especialista em Psicologia Clínica; Terapeuta de Família e de Casais, com experiência em intervenções com crianças, adolescentes e adultos. Professor e Formador no curso de Especialização em Terapia Familiar no Familiare Instituto Sistêmico de Florianópolis.

Informações: psicojd@gmail.com / 9981-3821 / 3224-6348

segunda-feira, 16 de março de 2009

A Melancolia e sua relação com a estética

Clique no endereço http://www.centopeia.net/entrevista/marie_claude.php , para acessar a entrevista que Pedro Heliodoro de Moraes Branco Tavares fez com Marie-Claude LAMBOTTE, certamente a maior referência atual no tema da Melancolia.
Nesta entevista intitulada "A Melancolia e sua relação com a Estética" a autora alia seus ceonhecimentos de psicanálise, filosofia e teoria da estética. Marie-Claude Lambotte é professora nas Universidades de Paris VII e Paris XIII. Foi também diretora de Seminários no conceituado Collége International de Philosophie de Paris.
A entrevista é apresentada primeiramente em sua versão portuguesa, seguida da original em francês.


Fonte: http://www.psicanalise-sc.com/

Estácio Ensino Superior

CONVITE

Faculdade Estácio de Sá Santa Catarina
Aula Inaugural 2009
com o SENADORCRISTOVAM BUARQUE
A Estácio convida você e sua família para a Aula Inaugural 2009, a ser ministrada pelo SenadorCristovam Buarque no dia 16 de março, segunda-feira, às 18h45. A aula, realizada no Rio de Janeiro, será teletransmitida para sua unidade. Não deixe de assistir.
O tema da aula será:

EDUCACIONISMO: UMA SAÍDA PARA AS CRISES ATUAIS.

Clique aqui e inscreva-se agora!

domingo, 15 de março de 2009

O cérebro moral

Postado por Alysson Muotri em 13 de março de 2009 às 12:27

O recente caso da menina de 9 anos, estuprada pelo padrasto e que interrompeu a gravidez, comoveu o mundo. Mas comoção maior veio depois das críticas e julgamento moral de grupos religiosos contra médicos e familiares que consentiram com o aborto. O episódio ilustra uma das questões filosóficas mais antigas e que está sendo trabalhada pela neurociência: o que é certo e o que é errado? Esse valor moral é particular dos humanos ou outros animais também o possuem?
A questão da origem do valor moral intrigou grandes pensadores, e basicamente três fontes foram cogitadas. Primeiro, o que é certo ou errado tem origem em uma autoridade divina. Os seres humanos não interferem nisso, apenas aceitam a opção da divindade. Segundo, o que a origem estaria na razão, ou seja, seria através da troca de argumentos que se chegaria a uma conclusão para cada caso. Por último, cogitou-se que a origem da moral estaria na biologia de cada espécie, no seu conjunto genético, mas passível de interações com o ambiente.
A primeira hipótese foi contestada por Sócrates, que se baseou no fato de que culturas que vivem sem um “Deus”, ou entidade divina definida, possuem valores morais. Da mesma forma, culturas politeístas também possuem valores morais. Seu outro argumento foi a falta de se conseguir identificar uma linguagem clara da divindade. Afinal, diversas pessoas começavam a defender pontos de vista discrepantes baseando-se apenas no fato de que era o mesmo “Deus” que havia assim ordenado. Como saber quem fala a verdade e quem mente?
Já Aristóteles identificou os humanos como animais sociais e sugeriu que a moral ajudaria a resolver conflitos sociais, trazendo uma satisfação para os elementos envolvidos. Esse ponto foi muito bem aproveitado por Darwin, que argumentou que a moral humana deveria ter origem nos instintos sociais, nos hábitos e na razão. Pensando assim, o isolamento social teria um custo alto para o indivíduo, da mesma forma que a falta de confiança entre membros do grupo. Ou seja, indivíduos que se ajustariam às redes sociais se dariam melhor na vida, deixando mais descendentes.
O caso do vampiro pidão
Morcegos-vampiro costumam viver juntos, são animais altamente sociais. À noite, saem em busca de sangue e voltam carregados para alimentar seus filhotes. Os menos afortunados pedem sangue aos vizinhos, que têm a opção de doar ou não um pouco do que conseguiram coletar. Aí vem o fato curioso: ao negar alimento ao vizinho, o elemento é rapidamente marcado e não receberá nenhuma ajuda futura de nenhum outro membro da comunidade. Basta um curto período sem alimento e os indivíduos de toda a família morrerão de fome, na presença indiferente de todo o resto.
O caso do roedor ricardão
Apenas 3% dos mamíferos são monogâmicos. Inclui-se aí uma espécie de roedor que, quando encontra seu par, permanece fiel até que a morte os separe. Machos membros de uma outra espécie, quase indistinguíveis entre si, são exatamente o contrário e não conseguem ficar com a mesma fêmea, estão sempre trocando de parceiras, sempre preferindo a novidade quando a escolha é apresentada. A diferença entre essas duas espécie está na ação de um único gene, o receptor do hormônio oxitocina. Elevados níveis de oxitocina foram relacionados com um aumento de confiança, redução da ansiedade e pressão sanguínea e redução dos mecanismos de defesa. É justamente esse o hormônio liberado na lactação, responsável por manter mãe e filho unidos. Assim, nos roedores fiéis, a presença elevada dos receptores no cérebro elevam a sensação de prazer ao se associar a uma fêmea única. Ao contrário dos machos infiéis, cujas redes nervosas foram geneticamente criadas para não se saciar nunca.
O caso do macaco descolado
O cultivo da confiança entre os membros de uma sociedade pode ser uma qualidade em alguns primatas. Nas comunidades de babuínos, a reciprocidade e a reputação contam muito para o estabelecimento de redes sociais. Curiosamente, o sucesso social nesse caso está diretamente relacionado com o sucesso reprodutivo.
O caso da cenoura americana
Mas no caso dos humanos tudo é mais complicado, pois alteramos constantemente as forças seletivas “naturais” (veja coluna passada). Um número grande de amigos no Orkut não necessariamente coloca você em vantagem reprodutiva e pode até ser visto como algo negativo. As sociedades humanas se organizam de formas distintas. Criamos instituições e essas estão sempre a julgar os comportamentos sociais, seja com base na vontade divina (mulheres acusadas de bruxaria já tiveram que segurar uma barra de ferro quente, só Deus poderia intervir e fazê-las suportar caso fossem inocentes), na vontade monárquica ou na vontade de um júri popular.

Uma explicação para o surgimento de intuições desse tipo pode ser o grande número de indivíduos nos agrupamentos humanos. E quanto maior o grupo, mais difícil de selecionar novos membros. Estudos recentes de comportamento humano e em outros primatas apontam para o valor inconsciente dos gestos. A imitação dos pares parece ser crítica, pois sugere um funcionamento normal do cérebro e eventual lealdade com o grupo. Empresas americanas costumam perguntar em entrevistas de emprego que tipo de vegetal você seria. Por mais louco que possa parecer, 90% do inconsciente americano responde “cenoura”, de primeira. Respostas próximas, de vegetais que lembrem cenouras, são aceitáveis, mas respostas muito diferentes indicariam um desligamento social ou ausência da capacidade de trabalhar em grupo. O candidato pode até ser supercriativo e competente. Mas, se não veste a camisa do time, não será contratado.

As regras sociais humanas também variam muito, mesmo dentro do mesmo grupo social, algo não muito comum em outros animais. Crianças aprendem desde cedo que mentir é ruim, mas conforme crescem e ampliam as redes sociais, a mentira passa a ter um outro valor. Criou-se até o termo “mentira branca” para mentiras que supostamente não causam danos. Na complexidade das relações humanas, o julgamento moral também fica mais complexo.

Voltando ao triste caso da menina: como deveríamos agir como sociedade se fosse descoberto causas genéticas que justificassem o comportamento do padrasto? O mesmo valeria para os padres acusados de abuso de crianças? O que é pior: estupro ou aborto? Não acredito que a ciência vá gerar respostas para essas questões. É função dos cientistas gerar dados, mas a função da sociedade é decidir o que fazer com eles. Costumo discutir sobre questões éticas com pessoas com que me relaciono no dia-a-dia, desde o parceiro de trabalho ao motorista do ônibus. A tentativa é ampliar o pouco espaço para a reflexão e pensamento crítico nas redes sociais. Em geral, esse espaço é massacrado pelas respostas enlatadas que vêm dos jornais ou das novelas.

Este post foi publicado em Espiral, sexta-feira, (13/03/2009), às 12h27.

sábado, 14 de março de 2009

terça-feira, 3 de março de 2009

Cursos da Saúde promovem Trote Solidário

Atividade será realizada na próxima quinta-feira (05/03)
Melina Cauduro – 7ª fase / Jornalismo

No dia 05 de março os calouros de Nutrição, Farmácia, Psicologia, Fonoaudiologia e Fisioterapia poderão participar da doação de sangue no trote solidário deste semestre. O trote é uma parceria dos cursos de saúde com o Hemosc, que disponibilizará um caminhão de coleta no campus da Estácio das 8h às 11h30min da quinta-feira, com 50 senhas.

Para doar sangue os candidatos devem estar bem de saúde, possuir hábitos de vida saudáveis, ter entre 18 e 65 anos, pesar no mínimo 50 quilos e apresentar um documento de identidade com foto.

Mais informações no site do Hemosc –
www.hemosc.org.br


Vamos participar!!!