
segunda-feira, 27 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
III Jornada de Psicologia do Hospital Universitario /UFSC
Intervenção psicológica no contexto da urgência, alta complexidade e morte no hospital
15 e 16/09/2011
Auditório do Hospital Universitário
Normas para inscrição dos trabalhos
1. Serão aceitos trabalhos originais (não publicados), que
tratem de qualquer aspecto da psicologia hospitalar.
2. Somente serão aceitos trabalhos na forma de Pôster.
3. Os trabalhos deverão ser encaminhados na forma de
resumo simples, devendo observar as seguintes
especificações: formato Word superior, fonte Times New
Roman, tamanho 12, alinhamento justificado e espaço
simples e margens com 3 cm.
No 1° parágrafo deverá constar o título do trabalho em
letras maiúsculas; no 2° parágrafo o(s), nome(s) do(s)
autor(es) e no 3° parágrafo, a instituição onde o trabalho foi
desenvolvido.
Os resumos deverão conter justificativa, objetivos,
métodos, resultados e conclusões, em parágrafo único, com
no máximo 300 palavras. No rodapé, acrescentar endereço
completo e eletrônico do autor principal.
4. Os trabalhos devem ser enviados sob a forma de resumo
para: jornadapsico@hu.ufsc.br
5. Data limite para envio dos trabalhos dia 05/08/2011
Resposta quanto à aceitação dos trabalhos até 31/08/2011.
6.... A inscrição do trabalho se concretiza com e-mail de
aceite da Comissão Científica.
7. Os pôsteres, com dimensões de 90 cm de largura por 110
cm de altura, deverão ser fixados no hall do Auditório do
HU, das 13 às 17 horas do dia 15/09/2011, ficando expostos
até o final do evento. Cada inscrito poderá apresentar até 2
trabalhos.
8. O autor principal deverá estar inscrito no evento e será
fornecido apenas um certificado, constando os nomes do
autor principal e co-autores.
9. Havendo aceite, os trabalhos ficarão exposto durante o
evento, com disponibilidade do autor principal para
interlocução durante horário destinado a esse fim.
Inscrições
Faça o download da ficha de inscrição em
http://www.hu.ufsc.br Preencha e envie a mesma para o
email jornadapsico@hu.ufsc.br, juntamente com o
comprovante de deposito efetuado na conta abaixo citada.
*A inscrição somente se efetiva após recebimento da ficha
de inscrição e comprovante de depósito, através de e-mail
da Comissão Organizadora.
Ressaltamos que em caso de desistência não será realizado
o ressarcimento do valor da inscrição.
Valores:
Minicursos Jornada
Estudantes R$ 15,00 R$ 25,00
Profissionais R$ 30,00 R$ 50,00
Dados Bancários para Depósito:
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1453-2
Conta Corrente: 42750-0
AAHU - Associação Amigos do HU
Maiores Informações:
jornadapsico@hu.ufsc.br
VAGAS LIMITADAS
Realização:
SERVIÇO DE PSICOLOGIA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO/UFSC
quarta-feira, 22 de junho de 2011
“O Discurso do Rei” e a situação analítica
Por André Toso
O filme “O Discurso do Rei” é uma verdadeira aula sobre a relação entre terapeuta e paciente na clínica psicanalítica. No roteiro, a história do Rei George VI, que, por conta de problemas de gagueira, não consegue discursar em público. O personagem, brilhantemente vivido pelo ator Colin Firth, sai em busca de uma solução até encontrar o terapeuta da fala Lionel Lougue (vivido pelo ator Geoffrey Rush).
Lougue, ator frustrado e adorador de Shakespeare, parece conhecer a fundo a teoria psicanalítica e a aplica de forma pouco ortodoxa para curar problemas de voz em seus pacientes. Apesar dos exercícios típicos da fonoaudiologia, o terapeuta sabe que as razões principais para a gagueira do rei moram muito mais nos calabouços emocionais do que nos problema físicos.
O primeiro aspecto que pode ser discutido é o fato de o terapeuta não possuir nenhum tipo de credencial para sua atividade. Em 1926, no livro “A Questão da Análise Leiga”, Freud defende com veemência que a atividade psicanalítica deve ser independente da medicina ou de qualquer outra formação acadêmica. De certa forma, é isso que ocorre nos dias de hoje, com a disseminação das sociedades livres de psicanálise pelo País e pelo fato dos cursos de psicologia serem incapazes de munir seus alunos para a complexidade da teoria do inconsciente. Freud também salientava a importância da análise pessoal do futuro psicanalista, única forma de ele estar preparado para enfrentar as transferências de uma análise.
No filme, Lougue, apesar de não seguir nenhum tipo de escola terapêutica, bebe de todas elas e mostra boa capacidade e sensibilidade no trato com o paciente. A sinceridade com que exerce seu ofício e o comprometimento e o desejo com a melhora do paciente já parecem lhe atribuir condições de realizar o atendimento. É neste momento que o terapeuta cria um vínculo perfeito com seu paciente, o auxiliando da forma mais honesta e, por que não, profissional possível.
O psicanalista Wilfred Ruprecht Bion (1897 -1979) consolidou o termo vínculo na clínica. Com seu conceito de continente/conteúdo, teoriza que o analista precisa criar uma ligação de confiança com o seu paciente e oferecer a ele uma recepção para sua dor (ele chamou isso de reverie). A falha ocorrida na formação emocional do paciente deve ser recebida pelo terapeuta, que deve contê-la, elaborá-la e devolvê-la ao paciente “desintoxicada”.
Winnicott (1896-1971), por sua vez, utiliza a expressão holding para falar sobre a relação entre paciente e terapeuta. O pediatra e psicanalista acredita que o sujeito só pode vir a ser com o apoio de uma mãe suficientemente boa em sua formação emocional. O papel do psicanalista, portanto, é auxiliar o paciente a encontrar a confiança egóica para criar as condições para ele vir a ser. No filme, a voz de George VI se torna mais firme conforme sua confiança em relação ao terapeuta aumenta. No momento que o rei faz a transferência e acredita no papel de seu analista, ganha confiança e se sente abraçado. A presença do outro, que passa a conhecer sua história e lhe compreender, neste ponto, lhe dá a segurança para vir a ser, para se expressar sem sobressaltos e inseguranças. É neste momento que a análise funciona e que, como diria Winnicott, ocorre um momento sagrado entre terapeuta e analista.
Muitos outros detalhes são interessantes em “O Discurso do Rei”. São claros os momentos de transferência, resistência, contratransferência e a necessidade de o analista em tratar o paciente como igual. Apesar de rei, quem dava as cartas no consultório era o terapeuta, que se manteve firme ao olhar seu paciente como um ser humano como outro qualquer, sem coroas ou tronos a interferirem em seu trabalho (fator fundamental para a psicanálise). No final, o laço terapêutico se fecha com a confiança do paciente em seu analista e um nascimento de seu desejo – real e espontâneo – de vir a ser. Se o discurso do rei é a voz de um povo, o discurso do terapeuta tem o papel de ser uma voz que desperta o analisando para o mundo dos seus próprios desejos. Em “O Discurso do Rei”, George VI precisa apenas do apoio de um homem que lhe enxergue de verdade, sem as fantasias de um rei.
Fonte:sppsic.wordpress.com/2011/02/21/o-discurso-do-rei-e-a-situacao-analitica/
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Psicoredalyc
Site: http://redalyc.uaemex.mx/portales/areas/indices/psicologia/IndexPsicologia.jsp
Psicoredalyc faz parte do Redalyc. Redalyc é um sistema de informação que também avalia a qualidade científica e editorial do conhecimento na região Ibero-Americana. Ele fornece indicadores bibliométricos sobre o impacto dos periódicos, dos autores e dos países incluídos na biblioteca de periódicos científicos eletrônicos. Redalyc tem se consolidado como um importante repositório de conhecimento com 550 revistas on-line e mais de 116 000 artigos em texto completo.
O objetivo do Redalyc é dar visibilidade à produção científica na região Ibero-Americana, para modificar a baixa representação de cientistas latino-americanos em bases de dados científicas.
Redalyc é um esforço de trabalho para o acesso aberto apoiado pela Universidad Autónoma del Estado de México, em colaboração com centenas de instituições de ensino e sistemas de informação. Usando o slogan: “La ciencia que no se ve no existe” (A ciência que não é vista não existe) Redalyc deu um grande passo na oferta de acesso à pesquisa acadêmica produzida na América Latina.
Redalyc oferece os seguintes serviços:
• Biblioteca Eletrônica de Revistas Científicas
• Indicadores bibliométricos
• Redes de pesquisadores
• Agrupamento de revistas
• Indicadores de uso
Redalyc é patrocinada pela Federación Iberoamericana de
Asociaciones de Psicologia - FIAP (Federação Ibero-Americana de Psicologia
Associações), http://www.fiapsi.org/
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Recomendação de filme: Orações para Bobby

"Orações para Bobby" mostra suicídio de jovem, que se joga em cima dos caminhões, após a mãe religiosa rejeitar homossexualidade e a desilusão com o primeiro namorado...
"Orações para Bobby" é um dos principais filmes de 2009 sobre o drama de ser gay na adolescência. Quem viu (homossexual ou hétero) costuma se emocionar e até chorar. Um jovem se suicida após se sentir rejeitado pela mãe religiosa. A morte provoca um terremoto na família conservadora, e a história fica mais interessante com os desdobramentos: os parentes ficam se remoendo de culpa até encontrarem um caminho mais digno de superar o trauma.
Baseada em fatos reais, a produção é inspirada no livro "Prayers for Bobby: A Mother's Coming to Terms with the Suicide of Her Gay Son", de Leroy Aarons, sem lançamento em português. O filme foi exibido apenas na TV norte-americana, no canal Lifetime, que pode ser considerado um canal para donas-de-casa.
Mas a internet tornou "Orações para Bobby" um fenômeno. Logo, gays e lésbicas do mundo inteiro baixaram o filme por meio de servidores de arquivo, como Torrent e Megaupload, traduziram legendas e logo se disseminaram blogs e comunidades em redes sociais, como o Orkut, onde com uma simples pesquisa dá para encontrar links para download do filme com legendas em português.
Este é o primeiro filme feito para TV no currículo da atriz Sigourney Weaver, 60, famosa nos anos 80 devido aos filmes da série Alien. Ela interpreta Mary Griffith, a mãe de Bobby, que tenta "curar" o filho gay com a Bíblia e a terapia. Devido a esse papel, ela foi indicada para o Emmy 2009, Oscar da TV, na categoria melhor atriz, mas perdeu para Jessica Lange.
SÉRGIO RIPARDO
colaboração para a Livraria da Folha
Quem quiser eu tenho o filme, é só pedir.
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